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Bordado, arte e histórias de vida

Tamanho da Fonte      Redação Jornal da Comunidade

O grupo Bordelando, aprofundando o seu estudo sobre a chita, seus padrões, sua história e sua tradição marítima, apresenta a exposição Canteiro. A instalação é composta por 300 almofadas, todas com fundo azul e bordadas em padrões variados, que remetem aos jardins verdadeiros ou imaginários percorridos pelos navegadores que aqui chegaram, trazendo em sua bagagem um tecido simples, mas rico em possibilidades estéticas.


O Bordelando surgiu a partir de encontros informais entre professoras de artes, hoje aposentadas. Num desses encontros, surgiu a ideia de bordar uma colcha em conjunto, que seria sorteada entre elas. A intenção era que cada uma tivesse sua própria colcha com fragmentos bordados por todas as amigas.


O processo permanece o mesmo. O tecido a ser trabalhado é distribuído em retalhos. Cada participante escolhe as linhas, os pontos e cria as texturas que deseja que seu bordado apresente. O resultado é sempre surpreendente. O que era retalho se transforma num tecido de sofisticada estrutura cromática.


Atualmente, o grupo é composto por 57 pessoas, que conservam a proposta inicial. Além das reuniões em Brasília, o Bordelando acontece também no Jardim do Ingá, em Goiás. Desde 2002, o grupo mantém uma parceria com a ONG Aconchego, que atua na adoção e apadrinhamento de crianças até 18 anos.


A exposição Canteiros está em cartaz até 26 de outubro; de segunda a sexta, das 9h às 20h; sábado, das 9h às 12h, no Espaço Cultural Ernesto Silva (Aliança Francesa). LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS.


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